A procura do Ser
terça-feira, 26 de junho de 2012
O legado de uma Brisa
O legado de uma Brisa
Uma Brisa tocou-me no ápice do verão
E singelamente transpareceu sua plenitude
Dessarte, usufruí nitidamente esta dádiva
Foram dias de sol, mas meu corpo era gélido
Lambujem efêmera, lamento perdurável.
Clamei! Eólo sabe o quão alto e verdadeiro.
Julgaste bem meu demérito, hoje me aqueci.
Preciso da minha Brisa de olhos radiantes,
De sorriso terno. Não sejas demasiada atroz.
Convenho que brisas não toquem a mesma face
Meus olhos que discordam. Pobres hereges
Entôo seus acordes, a nota derradeira silencia...
Acalmo-me e revivo a tua estadia lacônica
Eterno frenesi... Uma, e outra, e muitas outras mais...
Uma Brisa tocou-me no ápice do verão
E singelamente transpareceu sua plenitude
Dessarte, usufruí nitidamente esta dádiva
Foram dias de sol, mas meu corpo era gélido
Lambujem efêmera, lamento perdurável.
Clamei! Eólo sabe o quão alto e verdadeiro.
Julgaste bem meu demérito, hoje me aqueci.
Preciso da minha Brisa de olhos radiantes,
De sorriso terno. Não sejas demasiada atroz.
Convenho que brisas não toquem a mesma face
Meus olhos que discordam. Pobres hereges
Entôo seus acordes, a nota derradeira silencia...
Acalmo-me e revivo a tua estadia lacônica
Eterno frenesi... Uma, e outra, e muitas outras mais...
Nos braços de um Anjo
“Aquela paz amanhada, fruto do sonho silencioso...
Desfrutou da plenitude que almejara outrora.
Atribuiu-te este bálsamo, amável criatura celestial...
Fundo os contrastes e sutilmente o teu toque me aguça
E então direciono minha concentração somente a ti
Deleito; as mais singulares das sensações me acalentam
Fruto de amor maduro, perfeito... Fervoroso
Distancia alguma é capaz de apartar tal graça.
Fui amoldado para amar-te, anjo meu, ungido para ti.
Junto às mãos em prece (preces à tua veneração).
Perco-me, mesmo sabendo o trajeto a percorrer
Jamais vazio, lembranças jorram de minhas veias
Em um conforto de afetos múltiplos... Paz.
Nos braços de um Anjo”
Desfrutou da plenitude que almejara outrora.
Atribuiu-te este bálsamo, amável criatura celestial...
Fundo os contrastes e sutilmente o teu toque me aguça
E então direciono minha concentração somente a ti
Deleito; as mais singulares das sensações me acalentam
Fruto de amor maduro, perfeito... Fervoroso
Distancia alguma é capaz de apartar tal graça.
Fui amoldado para amar-te, anjo meu, ungido para ti.
Junto às mãos em prece (preces à tua veneração).
Perco-me, mesmo sabendo o trajeto a percorrer
Jamais vazio, lembranças jorram de minhas veias
Em um conforto de afetos múltiplos... Paz.
Nos braços de um Anjo”
Estoico
Maldito aquele que bebe do teu cálice, Epicuro
Pobre infeliz, Ícaro desatinado...
Rendido ao dolente fado...
Gorjeio suicida... De mim vos esconjuro.
De minha parte terás o fel em tua seiva
Donde busco mérito de matar teu chiste
A todo pensamento vil que me persiste
Recepto, galhofado, com a estigma da eiva
Busca refúgio num coração laical
Conheço teu preceito fatal...
Tuas vestes ultrapassadas estão...
Já confessei que fora difícil ascender do chão...
Uma vez erguido, jamais reincidirei
Mesmo encontrando belezas, estoico por diante serei...
Pobre infeliz, Ícaro desatinado...
Rendido ao dolente fado...
Gorjeio suicida... De mim vos esconjuro.
De minha parte terás o fel em tua seiva
Donde busco mérito de matar teu chiste
A todo pensamento vil que me persiste
Recepto, galhofado, com a estigma da eiva
Busca refúgio num coração laical
Conheço teu preceito fatal...
Tuas vestes ultrapassadas estão...
Já confessei que fora difícil ascender do chão...
Uma vez erguido, jamais reincidirei
Mesmo encontrando belezas, estoico por diante serei...
A procura do ser
A procura do ser
Atire a primeira pedra aquele que nunca se arrependeu por fazer ou deixar de ter feito algo relevante em algum momento da vida. A busca do ser baseia-se no equilíbrio entre a emoção e a razão. Desvirginar os labirintos do empirismo ao qual somos inseridos e forçados, subliminarmente, a seguir.
O olho da verdade segue adormecido no leito improfícuo da ignorância. Os detalhes se infiltram na subversão quando deveriam receber notórias almas inconformadas, tristemente acontece o oposto; viúvas da vida, romeiros da morte.
Muitos psicólogos acreditam que o medo é o nosso maior motivador, causando a perda da objetividade quando ativado. O medo de por um fim em um relacionamento fracassado por instintivamente se submeter a suposição de não encontrar alguém melhor; o medo de recusar um emprego temendo que esta fora a melhor oferta que recebemos ou que possamos vir a receber.
É impossível dominar o medo totalmente, mas utilizando uma fusão de razão com a emoção em doses exatas, é possível diminui-lo, é através da procura da objetividade que podemos analisar o que tememos.
Comparando as possibilidades calmamente, é possível controlar o medo e consequentemente escolher a decisão menos dolorosa.
"Compromisso emocional: todos nós sentimos amor, desprezo e até ódio por algumas pessoas em nossas vidas. Esses sentimentos tendem a comprometer a nossa objetividade. Não queremos pensar mal das pessoas que amamos, e não queremos ver nada de bom naquelas que odiamos. Para complicar ainda mais a questão, não gostamos de mudanças, temos um compromisso emocional -conosco- de manter as coisas exatamente como estão. [...] Quanto maior o compromisso emocional, maior a tendência a se comportar irracionalmente[...]". Acabamos por subestimar coisas que jamais aceitaríamos se não fosse o comprometimento emocional.
Tudo parece tentador quando estamos famintos! A carência é um dos principais fatores geradores de equívocos. Um empregador que aceita o primeiro candidato aceitável tornará a examinar currículos posteriormente, pois está agindo sobre influência de carência, isso interfere diretamente na forma de analisar as pessoas."A pessoa que deseja o acordo acaba conseguindo o pior acordo."
Ansiamos pela satisfação imediata deixando de lado a razão. Quando se trata de romance, costumeiramente atribuímos, erroneamente, a missão da escolha para o destino. É preciso saber para onde está indo para não chegar em um local errado; saber o que se procura, ao invés de perceber que fez a escolha errada após uma forte ligação emocional dificultando a mudança no relacionamento.
Se não tivermos o conhecimento das nossas necessidades, a curto e longo prazo, e não decidirmos o que queremos de um amigo, de um patrão, de um funcionário e até mesmo dos filhos, não será justo culpá-los por terem nos desapontados. Por mais que seja desgastante refletir sobre dizer "sim, "não", "você tem razão", "você não é suficientemente bom", etc. Só podemos enxergar as pessoas com apuro se as olharmos de maneira objetiva.
"Nunca faça compras quando estiver faminto"...
Atire a primeira pedra aquele que nunca se arrependeu por fazer ou deixar de ter feito algo relevante em algum momento da vida. A busca do ser baseia-se no equilíbrio entre a emoção e a razão. Desvirginar os labirintos do empirismo ao qual somos inseridos e forçados, subliminarmente, a seguir.
O olho da verdade segue adormecido no leito improfícuo da ignorância. Os detalhes se infiltram na subversão quando deveriam receber notórias almas inconformadas, tristemente acontece o oposto; viúvas da vida, romeiros da morte.
Muitos psicólogos acreditam que o medo é o nosso maior motivador, causando a perda da objetividade quando ativado. O medo de por um fim em um relacionamento fracassado por instintivamente se submeter a suposição de não encontrar alguém melhor; o medo de recusar um emprego temendo que esta fora a melhor oferta que recebemos ou que possamos vir a receber.
É impossível dominar o medo totalmente, mas utilizando uma fusão de razão com a emoção em doses exatas, é possível diminui-lo, é através da procura da objetividade que podemos analisar o que tememos.
Comparando as possibilidades calmamente, é possível controlar o medo e consequentemente escolher a decisão menos dolorosa.
"Compromisso emocional: todos nós sentimos amor, desprezo e até ódio por algumas pessoas em nossas vidas. Esses sentimentos tendem a comprometer a nossa objetividade. Não queremos pensar mal das pessoas que amamos, e não queremos ver nada de bom naquelas que odiamos. Para complicar ainda mais a questão, não gostamos de mudanças, temos um compromisso emocional -conosco- de manter as coisas exatamente como estão. [...] Quanto maior o compromisso emocional, maior a tendência a se comportar irracionalmente[...]". Acabamos por subestimar coisas que jamais aceitaríamos se não fosse o comprometimento emocional.
Tudo parece tentador quando estamos famintos! A carência é um dos principais fatores geradores de equívocos. Um empregador que aceita o primeiro candidato aceitável tornará a examinar currículos posteriormente, pois está agindo sobre influência de carência, isso interfere diretamente na forma de analisar as pessoas."A pessoa que deseja o acordo acaba conseguindo o pior acordo."
Ansiamos pela satisfação imediata deixando de lado a razão. Quando se trata de romance, costumeiramente atribuímos, erroneamente, a missão da escolha para o destino. É preciso saber para onde está indo para não chegar em um local errado; saber o que se procura, ao invés de perceber que fez a escolha errada após uma forte ligação emocional dificultando a mudança no relacionamento.
Se não tivermos o conhecimento das nossas necessidades, a curto e longo prazo, e não decidirmos o que queremos de um amigo, de um patrão, de um funcionário e até mesmo dos filhos, não será justo culpá-los por terem nos desapontados. Por mais que seja desgastante refletir sobre dizer "sim, "não", "você tem razão", "você não é suficientemente bom", etc. Só podemos enxergar as pessoas com apuro se as olharmos de maneira objetiva.
"Nunca faça compras quando estiver faminto"...
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